Raspberry Pi — abertura pela internet
Preencha alguns parâmetros e o servidor gera um script Python pronto para a sua placa. Só falta copiá-lo para o Raspberry Pi e executá-lo como serviço: não há nada para gravar.
1. Plataforma
Escolha uma plataforma — dela dependem os campos seguintes.
2. Predefinições prontas
Toque numa predefinição e os seus parâmetros caem no formulário abaixo. Depois pode ajustá-los à mão.
Relés Wi-Fi comerciais (substituir o programa)
Monte você mesmo num ESP32
Placas de controlador ESP8266
Os relés Wi-Fi comerciais com ESP8266 (Sonoff e afins) não acionam um portão: comutam tensão de rede e não têm contactos secos. Precisa de uma placa simples mais um módulo de relé à parte (ver "Do que mais vai precisar" abaixo) — é isso que dá um par de contactos livres a fazer de botão.
Raspberry Pi
Num Pi vulgar o relé fica no GPIO — o mesmo módulo de relé que para o ESP (ver "Do que mais vai precisar" abaixo). Ou pegue num HAT de relés que encaixa diretamente no conector do Pi.
Do que mais vai precisar
Estas imagens não são clicáveis — mostram apenas o aspeto dos componentes.
Módulo de relé
O mesmo para um ESP32, um ESP8266 ou um Raspberry Pi — qualquer placa sem relé integrado. Três fios para o controlador: comando, alimentação e massa (GND). A saída do relé vai para o motor
Adaptador USB-UART
É preciso quando não há USB próprio: aparelhos Shelly já prontos e módulos ESP32/ESP8266 nus. As placas com USB (DevKit, Wemos) não precisam dele
3. WiFi
O nome da rede e a palavra-passe são escritos no programa do aparelho. Se mudar de Wi-Fi mais tarde, terá de recompilar e carregar o programa com os novos dados.
4. Credenciais do aparelho
Na aplicação acrescente um objeto do tipo "Aparelho" — depois de registado, a aplicação mostra o código do aparelho. Cole-o no campo abaixo: o firmware usa-o para se ligar ao servidor.
5. Relé
6. LED (opcional)
Pode comandar dois indicadores: o estado da ligação ao servidor e a atividade do relé. Deixe-os a -1 se não precisar deles.
Guardar esta configuração
Ligar o relé ao motor
Usam-se dois contactos da saída do aparelho: NO (normalmente aberto) e COM (comum). Estes dois fios vão para os bornes do "botão Abrir" da placa de comando do seu motor.
| Motor | Onde ligar NO/COM |
|---|---|
| BFT (Phobos, Deimos, Ares) | Bornes START ou OPEN (no esquema costumam estar numerados 21–22) |
| CAME (BX, ATI, BK) | Bornes 2–7 (abrir), ou PED para um portão pedonal |
| NICE (Robus, Run, Spin) | Bornes 1–3 (passo a passo) |
| FAAC (740, 844, 391) | Bornes OPEN A (abertura total) |
| DoorHan (Sliding, Arm) | Bornes CMD + GND |
| Cancela de lança | A coluna com o botão de Abrir — em paralelo com os seus contactos |
| Intercomunicador (Cyfral, Vizit, Eltis) | O relé em paralelo com o botão de abertura do auscultador, ou diretamente nos bornes da fechadura magnética |
Confirme as designações exatas no manual da sua placa de comando. Se a placa já estiver cablada e a funcionar, localize os dois fios que vêm da coluna do botão de Abrir e ligue NO/COM em paralelo com eles.
Aceder ao UART em relés Wi-Fi comerciais
O aparelho Shelly Plus 1 já pronto não tem USB externo. É preciso abrir a caixa e ligar-se aos pinos UART com um adaptador USB-série — CP2102, CH340 ou FTDI, qualquer um serve.
Ligação geral
| Adaptador USB-série | Aparelho |
|---|---|
| GND | GND |
| 3.3V | 3V3 |
| TX | RX |
| RX | TX |
| — | EN/RESET — brevemente a GND para arrancar no bootloader |
| — | GPIO0 — a GND ao alimentar, para entrar no bootloader |
Pinagem por modelo
| Aparelho | Onde fica o UART | Entrar no bootloader |
|---|---|---|
| Shelly Plus 1 / 1PM (ESP32) | Os pads dentro da caixa, ao lado do módulo ESP32 | Ligue o GPIO0 ao GND e puxe brevemente o EN ao GND |
Carregamento com esptool (se a via do navegador falhou)
- Descarregue
.binacima. - Instale o esptool:
pip install esptool - Ligue o aparelho ao USB ou a um adaptador USB-série.
- Grave-o:
esptool.py --chip auto --port /dev/ttyUSB0 write_flash 0x0 entrixy-ws.bin - No Windows a porta costuma ser
COM3ouCOM4.